Os amores em ser mãe de gêmeos

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Estar grávida é ter a sensação de maior plenitude de uma mulher. Gerar um novo ser é o momento onde se conhece o verdadeiro sentido da palavra vida. Elisa Scheibe Marty desejou muito ser mãe. E foi abençoada em dobro. Na primeira ecografia já descobriu que seria mãe de gêmeos. Hoje Martin e Franco têm três anos e esbanjam alegria, simpatia e disposição. Acolher a chegada de gêmeos é uma tarefa que requer organização, disposição e, principalmente ajuda de toda a família.

Elisa garante que sempre pode contar com pessoas especiais. “Muitas pessoas nos auxiliam nos primeiros dias e nos ajudam até hoje, nessa turma merecem destaque as duas avós, que se revezam e estão comigo antes e depois do nascimento e minha irmã, que me ajuda até hoje, praticamente todos os dias”, conta.

“Estar grávida de gêmeos é incrível, tanto no sentido de inacreditável como no sentido de maravilhoso. O fato da mulher poder gerar outra vida, e isso ser tão natural, deixa todas as mães em estado de graça. Mas gerar duas crianças ao mesmo tempo certamente multiplica esse sentimento. Além disso, acredito que seja uma experiência para toda a família”, revela Elisa.

A experiência de dar a luz a gêmeos tem como principal fator a hereditariedade. No caso de Elisa, ela repetiu a experiência das duas avós, sua mãe é gêmea e seu pai tem irmãs gêmeas. “Agradeço todos os dias por ter sido contemplada”, garante. Segundo pesquisas,  a incidência natural de gravidez múltipla é 1/90 das gestações (1 em cada 90 gestações), e mais frequente na raça negra. Com a utilização das técnicas de reprodução assistida esta incidência de gestações múltiplas correspondendo a 3,2% das gestações.

Ser mãe de gêmeos exige uma habilidade e paciência maiores que as habituais. Elisa lembra que essa é uma experiência para toda família, porque justamente todos participam da nossa rotina e compreendem que tudo deve ser programado. “Todo mundo que chega aqui em casa sabe que vai ter uma tarefa emergencial, como por exemplo, lavar o bico, cuidar para o Martin não subir no sofá ou pegar um gelo porque ele caiu, ajudar a fechar a janela, fechar o portãozinho porque o Franco está escapando …”, brinca. A rotina com o tempo vai ficando mais tranquila, Elisa lembra que o início foi delicado, quando a organização era essencial e as rotinas aconteciam em série.

Para quem olha a família, logo afirma que os dois são iguais e a primeira pergunta que surge é como saber qual é o Franco e qual é o Martin. “Para mim eles são apenas parecidos fisicamente, pois tem a mesma cor de pele e cabelo e regulam no peso e na altura. Mas a personalidade deles são bem diferentes. O Martin, por exemplo, adora carros e aviões, e o Franco gosta de bolas e de brinquedos de montar. Nunca confundi os dois, e uma das coisas que me ajudou muito nessa tarefa foi usar uma cor específica para um deles”, lembra. Os pais sempre buscaram justamente valorizar as diferenças para que cada um tenha espaço para desenvolver sua própria personalidade. Essas particularidades são bem importantes na criação de gêmeos, isso porque existem diferenças na forma de aprendizagem e desenvolvimento. Um deles poderá estar engatinhando enquanto o outro já está caminhando.

“Claro que também existem as brigas e as disputas pelo mesmo brinquedo, embora tenha outro igual ou apenas de cor diferente. Mas é justamente na irmandade que observamos a união deles. Esperamos que eles possam ser companheiros de tudo, e que sejam felizes”, revela Elisa.

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3 Comentários

  1. Debora Aline Floriani disse:

    Conheço a Elisa e sua família.
    Realmente a união que eles tem,.mesmo antes dos gêmeos nascerem, faz toda a diferença na estrutura familiar.
    Lembro da dedicação da Elisa em entender a melhor forma de criar gêmeos. Sempre lendo livros e se informando sobre o assunto.
    Ela merece toda felidade do mundo.

    Obs: Gostei muito da matéria. Ter a visão de uma mãe, é essencial.
    Não basta saber o que os especialistas dizem a respeito do assunto, mas sim ,conhecer a profunda ligação que a mãe tem com seus filhos e todo conhecimento que ela leva consigo a cada dia finalizado.

  2. Debora Aline Floriani disse:

    Conheço a Elisa e sei um pouco sobre sua família.
    Realmente a união que eles tem,.mesmo antes dos gêmeos nascerem, faz toda a diferença na estrutura familiar.
    Lembro da dedicação da Elisa em entender a melhor forma de criar gêmeos. Sempre lendo livros e se informando sobre o assunto.
    Ela merece toda felidade do mundo.

    Obs: Gostei muito da matéria. Ter a visão de uma mãe, é essencial.
    Não basta saber o que os especialistas dizem a respeito do assunto, mas sim ,conhecer a profunda ligação que a mãe tem com seus filhos e todo conhecimento que ela leva consigo a cada dia finalizado.

  3. Debora Aline Floriani disse:

    Conheço a Elisa.
    Realmente a união que eles tem,.mesmo antes dos gêmeos nascerem, faz toda a diferença na estrutura familiar.
    Lembro da dedicação da Elisa em entender a melhor forma de criar gêmeos. Sempre lendo livros e se informando sobre o assunto.
    Ela merece toda felidade do mundo.

    Obs: Gostei muito da matéria. Ter a visão de uma mãe, é essencial.
    Não basta saber o que os especialistas dizem a respeito do assunto, mas sim ,conhecer a profunda ligação que a mãe tem com seus filhos e todo conhecimento que ela leva consigo a cada dia finalizado.

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