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Por Rita Trindade

Para os papais e mamães mais ansiosos existem alguns testes para ajudar na definição das cores do enxoval. Quando bater aquela famosa dúvida sobre o rosa ou azul os papais podem recorrer a algumas opções de exames como: de sangue, urina, genéticos ou até ultrassonografias, que são capazes de determinar o sexo da criança. Confira a seguir.

Sexagem fetal – Uma das formas de saber o sexo do bebê com bastante antecedência é realizar um exame de sangue, chamado sexagem fetal, logo a partir das 8 semanas de gestação. O exame de sexagem fetal é capaz de detectar a presença do cromossomo Y, o cromossomo masculino, no sangue da mãe e confere 99% de certeza, se não for feito antes das 8 semanas e se a mulher não realizou nenhuma transfusão de sangue ou transplante de órgão.

A gestante não precisa fazer jejum ou outro preparo para fazer o exame de sexagem fetal. Além disso, o exame não precisa ser pedido pelo médico para ser realizado, mas também não é feito pela rede pública, nem é coberto pelos planos de saúde.

Os resultados do exame de sexagem fetal, geralmente demoram de 5 a 10 dias para ficar prontos, podem ser:

-Menino: presença do cromossoma Y ou cromossomo Y positivo;

-Menina: ausência do cromossoma Y ou cromossomo Y negativo.

No caso de gravidez de gêmeos, se o resultado for negativo para o cromossomo Y, a mãe saberá que está grávida só de meninas. Mas, se o resultado for positivo para o cromossomo Y, isso indica que há pelo menos 1 menino, mas não quer dizer que o outro bebê também seja. O preço do exame de sexagem fetal varia entre R$ 300 e R$ 500 reais.

Exame de urina – É possível adquirir em farmácias um exame de urina para fazer em casa. Ele pode ser realizado a partir da 10ª semana. O resultado sai em 10 minutos e é de fácil leitura. É por cor.

O mecanismo de funcionamento do exame não é divulgado pelo laboratório, devido à patente. Por o exame consistir de uma fita reagente ao jato de urina – o primeiro do dia -, os médicos acreditam se tratar de uma reação a hormônios do feto, cuja produção se inicia entre a sexta e oitava semana.

As taxas de acerto estariam em torno de 82%. Não é possível determinar o sexo de todos os fetos no caso de gestação múltipla, quando o exame apontou a presença de um menino. O preço varia em torno de R$ 200.

Exames genéticos – Exames genéticos, como biópsia de vilocorial (amostra da placenta), amniocentese (coleta do líquido amniótico) e cordocentese (colhimento do sangue fetal pelo cordão umbilical), também podem determinar o sexo do bebê. Eles são utilizados apenas em casos de suspeita de doenças genéticas, não sendo recomendados apenas como exames de sexagem fetal. Por serem invasivos, eles apresentariam riscos, como sangramento e abortamento, no caso da biópsia de vilocorial, e infecções e rompimento da bolsa, no caso da amniocentese.

Ultrassom – O exame mais conhecido para saber o sexo do bebê. É pouco invasivo, porém tem melhores índices de acerto mais tardiamente que os outros, por volta da 16ª semana.

A genitália começa a ficar mais definida entre a 12ª e 13ª semana. Dependendo do médico e da qualidade do equipamento de ultrassonografia, o sexo pode ser identificado nessa época.

A partir da 16ª semana, os órgãos sexuais externos já estão melhores desenvolvidos. A posição do bebê, que pode impedir a visão do exame, não representa tanto problema, uma vez que a maior quantidade de líquido da bolsa permite estimular o feto a se mover. Fora os exames genéticos, é o único capaz de determinar o sexo de todos os bebês no caso de gestações múltiplas.

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