Brasil tem novo calendário de vacinação

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O Ministério da Saúde anunciou no início do mês de janeiro mudanças no Calendário Nacional de Vacinação na rede pública. Sofreram alterações o esquema vacinal contra HPV, pólio, meningite e pneumonia. As mudanças, conforme o MS são de rotina e motivadas pela alteração da situação epidemiológica, além da necessidade de atualização na indicação das vacinas. Para quem já tomou alguma das doses, é só seguir o esquema novo a partir de agora. No caso da polio, quem tomou a 3ª dose por gotinha, não precisa tomar a injetável.

A vacina da poliomielite atualmente é aplicada da seguinte forma: duas doses da vacina inativada (VIP), aos dois e quatro meses, e aos seis a vacina oral (VOP). A partir de agora a terceira dose será substituída pela VIP. Os reforços aos 15 meses e quatro anos da VOP seguem inalterados. Também em 2016 a vacina VOP trivalente será substituída pela bivalente. Segundo o ministério, a mudança está de acordo com a recomendação do Plano Global de Erradicação da poliomielite 2013-2018, que trata também da redução gradual de vacinas orais para pólio.

A pneumocócica 10 valente perde uma dose. Será aplicada aos dois e quatro meses e deixa de ser aplicada aos seis, tendo apenas um reforço aos 12 meses.

A vacina meningocócica C (conjugada) terá o reforço antecipado para os 12 meses. Atualmente as doses são aplicadas aos três, cinco e 15 meses. A vacina para hepatite A deixa de ser aplicada aos 12 e passa para os 15 meses de vida. A justificativa é a redução das vacinas injetáveis no primeiro ano de vida e os desconfortos provocados por elas. Segundo a resolução, esta alteração não compromete o propósito de proteção da criança.

A vacina da hepatite B será ampliada para toda população, independente de idade ou condição de vulnerabilidade. De acordo com a coordenação de política de vacinação, o aumento da expectativa de vida da população e qualidade de vida aumentam as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis.

Vacina papiloma vírus humano (HPV) passa a ser aplicada em duas doses, em vez de três e em crianças e adolescentes entre nove e 13 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, historicamente os calendários são propostos respeitado situações epidemiológicas, mudanças nas indicações vacinais ou incorporações de novas vacinas.

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